Avaliação da fadiga ocupacional em anestesiologistas do Amazonas: inovação tecnológica no cenário cirúrgico

dc.contributor.advisor1Nunes, Juscimar Carneiro
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5176111589367570eng
dc.contributor.referee1Freitas, Ronilson Ferreira
dc.contributor.referee2Byk, Jonas
dc.creatorBrito, Tayane Ferreira
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6342253147162147eng
dc.date.issued2025-12-02
dc.description.abstractBackground: Given this scenario and the growing demand faced by anesthesiologists, understanding the factors that contribute to occupational fatigue has become necessary, and developing tools for implementing strategies for managing human fatigue and early intervention in factors associated with this occupational condition. Objectives: The general objective of the research is to evaluate the human factors that may be associated with occupational fatigue in anesthesiologists working in the surgical center of a quaternary level hospital in the state of Amazonas. Method: Prospective cross-sectional study, with the application of an online questionnaire aimed at anesthesiologists working in public health in the state of Amazonas. The questionnaire consisted of sociodemographic, organizational and managerial variables, sleep-wake cycle, health and psychological, and performance/coping with adverse situations in the workplace. Results: the study included the participation of 95 anesthesiologists, working in public health in the state of Amazonas, 55.8% of whom were female, 37.9% were between 30 and 39 years old, 49.5% were married or in a stable union, 58.9% had children and of these, 49.5% had 1 to 2 children, 24.2% had graduated between 6 and 10 years ago, 29.5% had worked as anesthesiologists for between 21 and 30 years and 57.0% had up to two people in the family. Most participants work three shifts (63.2%), in public and private health institutions (61.1%), work more than 72 hours a week (42.1%), work on weekends (84.2%), have worked between 21 and 30 12-hour shifts in the last 30 days (44.2%), have average technical conditions in the work environment (449.5%) and work in up to five hospitals (64.2%). Most participants consider their sleep at home to be “good” (43.2%) and “average” at work (51.6%), sleep between 8:30 pm and 11:30 pm (76.8%), have no difficulty sleeping (63.2%), but know that sleeping less than 8 hours a day results in poor quality sleep (69.5%). Of the 95, 8.4% have been diagnosed with a sleep disorder. Regarding the health axis, the majority reported that they do not use medication (55.8%), do not have diseases that affect sleep (67.4%), and engage in leisure activities (89.5%) and physical activities (87.4%). In the psychological axis, 25.3% reported that they are undergoing psychological or psychiatric treatment and 36.8% have already used illicit substances or drugs. In terms of performance, 43.2% reported that they were subjected to an unusual environment or tasks that may have caused underwork or overload. The most worrying factors that were significantly associated with the health and psychological axes of anesthesiologists were having between 21 and 30 years as an anesthesiologist, which was associated with poor sleep quality, and working more than 72 hours per week, which was associated with psychological or psychiatric treatment. Conclusion: Although the participants presented good physical and mental health, and good quality of sleep, work overload remained as one of the most relevant factors in their occupational fatigue. Insert the application functionality, in what way it can manage occupational fatigue.eng
dc.description.infoEste trabalho provavelmente não esgotará pesquisas sobre o assunto, porém, poderá servir de embasamento para novos pesquisadores por se tratar de um tema relevante para a Ciência e para a comunidade acadêmica.eng
dc.description.resumoJustificativa: Diante desse cenário e demanda crescente enfrentadas pelos profissionais anestesiologistas, compreender os fatores que contribuem para a fadiga ocupacional tornou-se necessário desenvolvimento de ferramentas para a implementação de estratégias para o gerenciamento da fadiga humana e intervenção precoce nos fatores associados a essa condição ocupacional. Objetivos: O objetivo geral da pesquisa é avaliar os fatores humanos que podem estar associados a fadiga ocupacional em anestesiologistas atuantes no centro cirúrgico em um hospital de nível quaternário no estado do Amazonas. O presente estudo, propôs-se também desenvolver um aplicativo capaz de gerenciar as escalas de plantões, de forma sincronizada aos sintomas e fatores associados à fadiga ocupacional. Através de sinalizações e notificações com elementos visuais para controle de jornadas e monitoramento dos sinais de alarme. Método: Estudo transversal prospectivo, com aplicação de questionário online direcionado aos anestesiologistas que atuam na saúde pública do estado do Amazonas. O questionário foi composto por variáveis sociodemográficas, organizacionais e gerenciais, ciclo sono vigília, saúde e psicológico e desempenho/enfrentamento de situações adversas no âmbito laboral. Resultados: o estudo contou com a participação de 95 anestesiologistas, atuantes na saúde pública do estado do Amazonas, sendo 55,8% do sexo feminino, 37,9% da faixa etária de 30 a 39 anos, 49,5 são do estado civil casado ou possuem união estável, 58,9% possuem filhos e destes, 49,5% possuem de 1 a 2 filhos, 24,2% possuem tempo de formados entre 6 e 10 anos, 29,5% atuam como Anestesiologistas entre 21 e 30 anos 57,0% possuem até duas pessoas na família. A maioria dos participantes trabalha nos três turnos (63,2%), em instituições saúde públicas e privadas (61,1%), que realizam mais de 72h de trabalho semanal (42,1%), trabalham nos fins de semana (84,2%), realizaram entre 21 e 30 plantões de 12 horas nos últimos 30 dias (44,2%), possuem condições técnicas médias no ambiente de trabalho (449,5%) e atuam em até cinco hospitais (64,2%). A maioria dos participantes considera seu sono em casa “bom” (43,2%) e “regular” nos locais de trabalho (51,6%), dormem entre 20h30 e 23h30min (76,8%), não têm dificuldade para dormir (63,2%), porém sabem que dormir menos de 8h por dia resulta em sono de má qualidade (69,5%). Dos 95, 8,4% já receberam diagnostico de transtorno do sono. Acerca do eixo saúde, a maioria relatou que não faz uso de medicamentos (55,8%), não têm doenças que afetam o sono (67,4%), realizam atividades de lazer (89,5%) e física (87,4%). No eixo psicológico, uma frequência de 25,3% relatou que realiza tratamento psicológico ou psiquiátrico e 36,8% já fizeram uso de substâncias ou drogas ilícitas. No desempenho, 43,2% relataram que foram submetidos a um ambiente ou a tarefas incomuns que podem ter ocasionado subcarga ou sobrecarga de trabalho. Os fatores mais preocupantes que estiveram significativamente associados aos eixos saúde e psicológico dos anestesiologistas foram ter entre 21 e 30 anos de anestesiologista, que esteve associado à má qualidade do sono e realizar mais de 72h de trabalho por semana, o qual esteve associado à realização de tratamento psicológico ou psiquiátrico. Conclusão: Apesar dos participantes apesentarem boa saúde física e mental, e boa qualidade do sono, a sobrecarga de trabalho se manteve como um dos fatores mais relevantes na fadiga ocupacional nos Anestesiologistas. Inserir o aplicativo funcionalidade, de que forma, pode gerenciar a fadiga ocupacional.eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.identifier.citationBRITO, Tayane Ferreira. Avaliação da fadiga ocupacional em anestesiologistas do Amazonas: inovação tecnológica no cenário cirúrgico. 2025. 63 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus (AM), 2025.eng
dc.identifier.urihttps://tede.ufam.edu.br/handle/tede/11435
dc.languageporeng
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaseng
dc.publisher.countryBrasileng
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicinaeng
dc.publisher.initialsUFAMeng
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Cirurgiaeng
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectAnestesiologiapor
dc.subjectFadiga ocupacionalpor
dc.subjectBurnoutpor
dc.subjectCopingpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEeng
dc.subject.otherAnestesiologiapor
dc.subject.otherEsgotamento psicológicopor
dc.subject.otherEsgotamento profissionalpor
dc.subject.otherHabilidades de enfrentamentopor
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufam.edu.br/retrieve/91320/DISS_TayaneBrito_PPGRACI.pdf.jpg*
dc.titleAvaliação da fadiga ocupacional em anestesiologistas do Amazonas: inovação tecnológica no cenário cirúrgicoeng
dc.title.alternativeAssessment of occupational fatigue in anesthesiologists of Amazonas: technological innovation in the surgical settingpor
dc.typeDissertaçãoeng

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