Cuidado parental em Dilocarcinus pagei Stimpson, 1861 (Crustacea, Decapoda, Trichodactylidae)

Carregando...
Imagem de Miniatura

Orientador(es)

Coorientador(es)

Membros da banca

Pós-Graduação

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal do Amazonas

Direito de acesso

DOI

Resumo

Crustáceos decápodes representam um grupo altamente diversificado ocorrendo em todas as profundidades dos ambientes aquáticos marinhos e dulcícolas, dentre os Trichodactylidae a espécie mais estudada é o caranguejo Dilocarcinus pagei Stimpson, 1861. No entanto estudos que contemplem sua biologia e ecologia são escassos e pouco se sabe sobre seu comportamento quanto ao cuidado parental para essa espécie. Com base nisso serão capturadas manualmente, nos barrancos das margens do rio ou macrófitas cerca de 3 fêmeas com filhotes e levadas ao laboratório onde serão medidas quanto à largura do cefalotórax com paquímetro (0,05mm), e colocadas em 3 aquário (100cmx50cmx40cm). Cada aquário possuirá água e aeração, sendo o fundo preenchido por sedimento do local. Fêmea e filhotes serão alimentados a cada 24hs, mantidos neste tanque sob luz e temperatura ambiente por 3 dias para aclimatação. Após aclimatação as fêmeas com os filhotes serão observados por 72 horas para registro de atividade tais como: 1) Locomoção (quando a fêmea caminhar no substrato com os filhotes); 2) Comendo filhotes (quando a mãe estiver se alimentado dos jovens); 3) abdômen aberto (quando a fêmea estiver com abdômen aberto para entrada de filhotes); autolimpeza (quando a fêmea limpa os pleópodos ou outros apêndices corpóreos); 4) imobilidade (quando o animal está parado sob o substrato). O segundo experimento será realizado apenas com os filhotes sem a presença da mãe para observação comportamental tais como: 1) alimentação (quando o animal pega o alimento e leva à boca); 2) escavação (quando escava o sedimento para se proteger); 3) exploração do ambiente (quando está se movendo); 4) imobilidade (quando o animal está parado sob o substrato); 5) interações sociais (quando se tocam); 6) autolimpeza (quando limpam os pleópodos ou outros apêndices corpóreos); 7) juntos (quando os filhotes estão aglomerados uns sobre os outros). A frequência de cada comportamento será comparada entre os períodos de dia e noite, assim também como a relação entre fêmea e filhote através do teste de X2. . O objetivo do presente trabalho é Observar o padrão de atividade da mãe em relação aos filhotes durante a noite e dia e verificar o comportamento dos filhotes sem os cuidados da mãe nos períodos diurno e noturno.

Abstract

Descrição

Termo controlado

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Citação

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por

Direitos e licensiamento

Acesso Restrito