Identificação de marcadores plasmáticos e sua relação com o tamanho da escara cicatricial em camundongos após cirurgia de indução de infarto do miocárdio

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O modelo experimental de infarto do miocárdio após a ligadura da artéria coronária em roedores tem sido o modelo animal de insuficiência cardíaca mais amplamente utilizado na pesquisa em cardiologia experimental, o qual contribui para análise da fisiopatologia e terapêutica desta síndrome. Este modelo de indução de IC, semelhantemente em ratos e camundongos, acarreta em alterações hemodinâmicas análogas às apresentadas em humanos, como diminuição da frequência cardíaca, pressão arterial média e aumento da pressão diastólica final do VE. Além das alterações centrais, o modelo resulta em modificações sistêmicas na regulação neuro-hormonal, alterações na capilarização periférica e demais alterações periféricas em relação a estresse oxidativo e metabolismo.Apesar de ser um modelo amplamente utilizado para o estudo das alterações fisiopatológicas decorrentes da oclusão coronariana, o modelo de ligadura da artéria coronária esquerda apresenta grandes variações de extensão de escara cicatricial. Portanto, faz-se necessário o desenvolvimento de marcadores plasmáticos que visem a representar o tamanho do infarto produzido cronicamente, permitindo a inclusão desses animais infartados nos estudos.

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