Perfis dos constituintes proteicos e enzimáticos dos raspados do dorso e do ferrão da arraia Plesiotrygon iwamae (Chondrichthyes Potamotrygonidae)

dc.contributor.advisor1Maria Cristina dos Santos
dc.creatorRafael Rodrigues Costa Oliveira
dc.date.available2016-09-23T15:25:12Z
dc.date.issued2013-07-31
dc.description.resumoNo Brasil, acidentes provocados por arraias de água doce são comuns nas regiões Norte e Centro-oeste e, por isso, são considerados um problema de saúde pública. Em outras regiões, como a região Sudoeste, as arraias tem ocupado uma área cada vez mais ampla, por consequência da implantação de usinas hidrelétricas, causando alterações nos aspectos epidemiológicos dos acidentes causados por animais venenos. As arraias são comumente encontradas enterradas em substratos arenosos ou argilosos em águas rasas. Os hábitos dos animais aumentam a possibilidade de acidentes, que ocorrem quando os seres humanos pisam no dorso de arraias, e estas deslocam o rabo para o local estimulado como método defensivo. Imediatamente, a vítima sente dor local intensa, leve edema e sangramento variável. Os picos de dor após 30-60 min podem irradiar centralmente e durar até 48 horas. A aparência do ferimento é escurecida e cianótica, passando a tornar-se eritematosa e de aspecto mosqueado, com necrose de gordura e músculo, mas sem hemorragia. Os sintomas sistêmicos podem ser vômitos, convulsões, edema generalizado, paralisia límbica, hipotensão e bradicardia. Necrose e úlceras de pele podem ocorrer, principalmente quando as lesões são causadas por arraias de água doce, e podem levar até três meses para cicatrizar. Lesões letais são muito raras e geralmente ocorrem quando o ferrão atinge órgãos vitais. Embora os acidentes causados por arraias sejam considerados graves, é surpreendente que poucos estudos tenham sido realizados para avaliar os constituintes proteicos e as atividades enzimáticas do veneno. Portanto, o estudo sobre os perfis dos constituintes proteicos e enzimáticos dos raspados do dorso e do ferrão da arraia Plesiotrygon iwamae poderá auxiliar futuramente: a) no conhecimento das atividades biológicas induzidas pelo veneno; b) em tratamentos mais eficazes dos acidentados; e c) no isolamento de proteínas com objetivos terapêuticos.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPQpt_BR
dc.formatPDF
dc.identifier.urihttps://coarihomolog.ufam.edu.br/handle/prefix/3088
dc.languagept_BRpt_BR
dc.pibic.cursoMedicinapt_BR
dc.pibic.dtfim2013-07-31
dc.pibic.dtinicio2012-08-01
dc.pibic.nrprojetoPIB-B/0016/2012
dc.pibic.projetoPerfis dos constituintes proteicos e enzimáticos dos raspados do dorso e do ferrão da arraia Plesiotrygon iwamae (Chondrichthyes Potamotrygonidae)
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentParasitologiapt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2012pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectVeneno
dc.subjectArraia
dc.subjectPlesiotrygon iwamae
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS BIOLÓGICAS: FARMACOLOGIApt_BR
dc.titlePerfis dos constituintes proteicos e enzimáticos dos raspados do dorso e do ferrão da arraia Plesiotrygon iwamae (Chondrichthyes Potamotrygonidae)pt_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR

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